O Brasil começa a se
preparar para a chegada da quarta geração de serviços de telefonia celular. acontece
em Brasília o leilão das faixas de frequência que permitem a oferta nos
próximos anos de internet móvel ultrarrápida 4G, com velocidades que podem
facilmente ultrapassar dezenas de megabits por segundo. Com o 4G, um filme em
alta definição poderá ser baixado em menos de um minuto e as transmissões em
tempo real de vídeo não serão mais um tormento como acontece hoje.
Atualmente, a maioria das ofertas de banda larga móvel no país se baseia
no 3G, que na prática atinge uma velocidade de até 2 megabits por segundo, mas
as operadoras Claro e Vivo começaram recentemente a vender pacotes baseados na
tecnologia HSPA+, com picos de 7 megabits por segundo. Chamada de 3G Plus, ou
3GMax, esta internet obviamente é mais cara, funciona em quantidade restrita de
smartphones e está disponível em poucas regiões.
A quarta geração que deve chegar nos próximos anos ao Brasil deve
funcionar por meio da tecnologia LTE (Long Term Evolution), que é recente no
mundo todo e já está disponível nos Estados Unidos e na Coreia do Sul.
De acordo com especialistas, o 4G estará em estágio inicial de
implantação no Brasil pelo menos até a Copa de 2014. O cronograma estabelecido
pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) prioriza a chegada do 4G nas
cidades-sede de partidas da Copa das Confederações no ano que vem. Depois o
foco passa a ser as sedes e subsedes da Copa de 2014 e a expansão acontece até
2019.
O governo admite que a nova tecnologia inicialmente será cara e diz que
o lançamento do 4G deve baratear o 3G, incluindo o HSPA+.
Erasmo Rojas, presidente da organização 4G Americas para América Latina
e Caribe, estima que a quarta geração chegue ao Brasil como um complemento do
que já existe e tenha uso restrito.

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