Independente dos sinais,
minha mão, sempre, almeja
coisa de paixão
ou qualquer coisa que seja,
essa inquietação
que no coração, meu corpo festeja!
Essa infestação,
poesia que seja,
é chama acesa
que nem medo nem contenção
esconde quando lateja!!
Sampa, poema publicado no Orkut na madrugada do dia 16/03/2005 às 04:21.
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