A
preferência pelo refrigerante atinge a população brasileira cada dia mais.
Segundo dados do Ministério da Saúde, 30% das pessoas consomem a bebida ao
menos cinco vezes por semana, sendo que a maioria exagera na quantidade. Quais
são os malefícios deste abuso e como deixar esse hábito de lado? Juliana
Martins, nutricionista do Hospital Sepaco, fornece as dicas.
“Qualquer
tipo de refrigerante é prejudicial à saúde, seja ele light, diet ou comum. A
diferença está na matéria-prima que adoça a bebida. Os light e diet possuem um
alto teor de adoçante, que aumenta a pressão arterial, causa inchaço do abdômen
e produção de gases. Já os comuns, concentram muito açúcar e provocam o ganho
da gordura abdominal e o risco da pessoa desenvolver diabetes”, explica Juliana.
É
importante avaliar a quantidade de refrigerante ingerido para verificar se já
não se tornou um mau hábito ou até mesmo um vício. “Muitas pessoas tomam
refrigerante ao invés de água quando estão com sede, e perdem os benefícios que
ela traz à saúde, como por exemplo, o funcionamento melhor do intestino e
hidratação da pele. Nestes casos, é preciso ter a consciência do problema para
poder criar hábitos mais saudáveis, e ir substituindo o refrigerante, aos
poucos, por sucos naturais, água, chás e água de coco”, destaca a
nutricionista.
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